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1-O
QUE É:
Genericamente, resfriamento evaporativo ocorre quando algum
meio ou produto cede calor para que a água evapore. A
evaporação de um produto qualquer
é um processo endotérmico, isto é, demanda calor
para se realizar. Esta transferência de calor pode ser forçada
(quando fornecemos o calor) ou induzida (quando criamos condições
para que o produto retire calor do meio). Um exemplo bastante
conhecido de resfriamento evaporativo é a Torre de
Resfriamento, pois nela uma parcela de água é induzida a
evaporar, retirando calor da água remanescente, que
se resfria por ceder este calor.
No resfriamento evaporativo de ar, o mesmo princípio é
utilizado: o ar cede energia (calor) para que a água evapore,
resultando numa corrente de ar mais fria à saída do
resfriador.
A maneira como induzimos esta troca de calor está melhor
explicada no item 4 abaixo.
2-HISTÓRIA:
Na
verdade, o homem já utiliza o resfriamento evaporativo há
muito tempo. Afrescos do antigo Egito (2500 AC) mostram
escravos abanando jarros (de paredes porosas) com água, para
resfriar o conteúdo.
Isto é feito ainda hoje em dia (sem os escravos, é claro)
nos filtros e bilhas de barro cozido. Uma fração da água
armazenada evapora através da parede do vaso, resfriando o líquido
remanescente.
Na Roma antiga e na Idade Média, reservatórios de água com
paredes umidificadas foram utilizados. A genialidade de
Leonardo Da Vinci levou-o a idealizar um resfriador
evaporativo em forma de roda d’água.
3-
EXEMPLOS PRÓXIMOS:
Embora
nem sempre nos demos conta, com alguma freqüência sentimos
os efeitos do resfriamento evaporativo:
-Quando
nos aproximamos de uma cachoeira e notamos o ar mais fresco;
-Quando
saímos de uma piscina (deixamos a água, que está mais fria
e entramos em contato com o ar, que está mais quente) e temos
aquela sensação de frio;
-Quando
terminamos de lavar as mãos e as abanamos, sentindo-as
esfriarem;
-Quando,
num dia quente, acontece uma “Chuva de Verão” e
observamos a quase instantânea queda da temperatura;
-A
Temperatura de Bulbo Úmido (TBU) que é lida num termômetro
com o bulbo envolvido por uma gaze úmida, é a temperatura
mais baixa que o ar ambiente pode assumir no local, e
corresponde à condição de ar saturado obtida pela evaporação
da água na região junto ao bulbo.
Muitos
outros exemplos podem ser citados, mas acreditamos que o nosso
leitor já tenha compreendido a idéia do RESFRIAMENTO
EVAPORATIVO. É simples, mas não custa enfatizar que é com
ele que a Terra controla a temperatura sobre sua superfície.
4-O
PRINCÍPIO:
O
ar atmosférico é uma mistura de ar seco e vapor de água.
Para uma dada condição de temperatura e pressão esta
mistura tem capacidade de conter uma quantidade máxima de
vapor d’água (ar saturado = 100% de umidade relativa ou
100% UR). Na prática esta condição de ar saturado só é
observada durante e logo após uma chuva. Normalmente o ar
encontra-se insaturado (UR<100%) e, portanto, apto a
absorver mais umidade.
Quanto mais seco o ar (menor UR), maior a quantidade de vapor
de água que pode
ser absorvida
.
Para que haja esta absorção é necessário que a água
utilizada passe da fase líquida para a fase vapor. Esta mudança
de fase demanda uma quantidade de energia que é retirada do
meio, no caso o ar, resfriando-o.
Existe um princípio básico nas reações físico-químicas
segundo o qual quanto maior a superfície de contato entre os
reagentes, maior a velocidade da reação. Assim sendo,
devemos procurar aumentar a área de contato entre a água e o
ar. Como o ar já se encontra diluído e ocupando todos os
espaços disponíveis, resta-nos a água para dispersar.
5-PROCESSOS
UTILIZADOS:
Uma
maneira de “expandir” a água é através de chuveiros,
sprays ou atomização. São métodos bastante eficientes, que
atingem elevados índices de umidificação e abaixamento de
temperatura. Recomenda-se, no entanto, que este tipo de
umidificação seja efetuado dentro do resfriador. Quando lançada
no ambiente, mesmo que micro-pulverizada, a água pode
encontrar uma região já saturada, o que fará com que não
seja absorvida pelo ar e se precipite, molhando o que estiver
em seu caminho até o solo. Mesmo sistemas com umidostatos e válvulas
solenóides, que cortam o fluxo de água quando determinada
umidade relativa é atingida, tendem a gotejar nos bicos até
a estabilização da pressão de água no sistema.
Outra maneira adotada é a de utilizar superfícies de
contato, isto é, utilizando materiais com elevada superfície
exposta. A água é distribuída na parte superior de colmeias
ou mantas e desce por canais pré-formados ou aleatórios,
molhando todo o meio. O ar atravessa transversalmente a
colmeia ou a manta, entrando em contato íntimo com o meio
umidecido e absorvendo umidade até bem próximo da saturação.
As
principais vantagens deste método são:
-A
parte molhada do sistema fica restrita ao equipamento;
-Nunca
se ultrapassa o ponto de saturação, pois o ar só absorve a
umidade que pode comportar, deixando no equipamento a água
excedente;
-Este
processo realiza ainda uma lavagem do ar, retendo poeira e
sujeiras na colmeia ou na manta, as quais são continuamente
lavadas pela água excedente.
Os
resultados globais atingidos por qualquer dos sistemas acima
descritos dependem ainda do fluxo do ar. É necessária a
adequação de vazão e velocidade para que se obtenham as
melhores condições ambientais.
Estas
considerações são normalmente levadas em conta pelos
fabricantes dos equipamentos.
6-ENERGIA
ENVOLVIDA:
Quando 1
litro de água (1kg) se evapora, consome aproximadamente 580
kcal. É a mesma quantidade de energia necessária para
resfriar 60 litros de água de 30°C até 20°C. Ou para
resfriar 208m³ de ar (242kg) dos mesmos 30°C até 20°C.
Como se pode observar pelos números acima, a energia
envolvida na mudança de fase da água (calor latente)
corresponde a uma grande variação de temperatura da mesma
(calor sensível).
Temos aqui a resposta para uma pergunta bastante freqüente: o
uso de água gelada melhora a eficiência do resfriador? NÃO,
pois o ganho em redução de temperatura é insignificante
frente ao obtido pela evaporação.
7-REDUÇÃO
DE TEMPERATURA:
De acordo
com o já exposto, sabemos que a redução de temperatura será
tanto maior quanto menor for a umidade relativa do ar captado
pois, assim sendo, para uma mesma temperatura na entrada do
resfriador, podemos ter diferentes temperaturas de saída
conforme varie a umidade relativa do ar na entrada.
A “Tabela de Redução
de Temperatura por Meio do Sistema de Resfriamento
Evaporativo” em anexo apresenta os valores obtidos
para equipamento com colmeias de umidificação.
Para equipamentos corretamente projetados e fabricados, duas
regras práticas podem ser adotadas para se saber as
temperaturas a serem atingidas em uma determinada região.
A-
A temperatura do ar resfriado será
± 1°C acima da temperatura de bulbo úmido(TBU) do ar
captado.
B-
A temperatura do ar resfriado será
± 2°C abaixo da temperatura de saída da água de uma torre
de resfriamento eventualmente existente no local (desde que
esta esteja operando corretamente).
Um
fato muito importante a ser observado é que a umidade
relativa varia ao longo de um dia normal. Tendo em vista que a
umidade absoluta (gramas de vapor de água/kg ar seco) não se
altera muito ao longo do dia, a menos que ocorram chuvas ou se
esteja próximo a regiões cobertas por água (mar, rios,
represas, etc.), a umidade relativa vai variar inversamente
com a temperatura. Assim, quanto mais quente o período do
dia, menor a umidade relativa e melhor o desempenho do
resfriamento evaporativo.
As
curvas "PERFORMANCE
PADRÃO EM DIA TÍPICO DE VERÂO" em anexo
mostram as temperatura resultantes do sistema evaporativo em
um dia típico de verão em função do ar captado, para
diferentes condições climáticas.
8-
CONDIÇÕES PARA INSTALAÇÕES:
8.1-
RENOVAÇÃO DE AR:
Logo
após passar por um sistema de resfriamento evaporativo, a ar
tem sua umidade relativa elevada para níveis próximos à
saturação. Ao adentrar o ambiente este ar se aquece,
abatendo as cargas térmicas existentes no local e reduzindo a
UR sem, no entanto, voltar aos níveis originais (antes do
resfriamento). Caso recirculemos este ar pelo resfriador, a
eficiência será menor a cada nova passagem, tendendo a ser
nula após poucas recirculações. Teríamos então uma situação
de temperatura e umidade elevadas, o que é muito desconfortável.
Assim
sendo, a condição fundamental é de renovação total do ar.
8.2-
EXAUSTÃO E ABERTURAS:
Como
num processo de ventilação comum, a renovação total do ar
implica em exaustão ou aberturas compatíveis com a vazão de
ar admitida. Assim sendo, portas, janelas, frestas ou
exaustores são, via de regra, bem-vindos. Há apenas a
necessidade de se verificar a disposição das mesmas para se
otimizar a circulação do ar por todo o ambiente.
8.3-
ISOLAMENTO TÉRMICO:
Este
é um item que, se existente, sempre auxilia. Para instalações
novas, entretanto, é dispensável, ao contrário de sistemas
de climatização por ar condicionado tradicional. Ocorre que
os custos de instalação e de operação dos sistemas
evaporativos são tão mais baixos do que os do ar
condicionado, que resulta bem mais barato aumentar a
capacidade do sistema evaporativo projetado, do que isolar
telhados e paredes.
De fato, já nos defrontamos com casos em que só o custo do
isolamento térmico de determinado ambiente era maior do que o
do sistema de resfriamento instalado.
Ademais, a operação destes últimos envolve apenas os
insufladores e/ou exaustores e as bombas de circulação ou
aspersão de água, o que significa algo em torno de 1/10 da
potência consumida por um sistema de ar condicionado
tradicional equivalente.
8.4-
QUALIDADE DA ÁGUA:
Como
regra geral, é recomendável a utilização de água potável
na alimentação dos resfriadores evaporativos.
Água
com altos teores de minerais, principalmente cálcio (água
“dura”), deve ser evitada pois a concentração dos sólidos
solúveis tende a aumentar com a evaporação (só água pura
evapora) e, a partir de certo ponto, haverá supersaturação
e precipitação dos minerais. Isto pode ser notado pela formação
de depósitos na superfície da colmeia ou manta.
Caso
seja necessário utilizar este tipo de água, é necessário
manter uma purga contínua (bleed-off) de modo a evitar o
crescimento da incrustação.
Água
com carência de minerais, por outro lado, tende a compensar
esta carência captando minerais das colmeias, enfraquecendo a
resina enrijecedora.
Com
relação ao PH, o ideal situa-se em 7 a 8, sendo aceitáveis
valores entre 6 e 9.
8.5-
TRATAMENTO DA ÁGUA:
Tendo
em vista
que o
ar é
lavado ao
passar pelo
BEC, as partículas dele removidas tendem a se agregar no
elemento umidificador e
deste serem carregadas pela água para o reservatório. Entre
estas partículas estão fungos, bactérias, algas, etc., as
quais, em meio úmido, podem proliferar.
Quando em operação esta proliferação é bastante reduzida
pela aeração da água e pela ação do oxigênio como
oxidante dos microorganismos. Quando parado, no entanto, pode
ocorrer o crescimento de colônias que poderão gerar odores
desagradáveis na próxima partida do equipamento.
Para
evitar que isto ocorra, algumas providências devem ser
tomadas, a saber:
A-
Cloração da água no
reservatório com pedras de cloro;
B-
Purga contínua através de dreno, regulável de
acordo com a sujidade do ar captado;
C-
Drenagem e limpeza periódicas do reservatório
para eliminar sujeira acumulada;
D-
Quando for desligar o equipamento, desligar
primeiro a bomba e deixar o ventilador funcionando até secar
o elemento (de 10 a 30 minutos, conforme a umidade do ar
captado); caso o equipamento fique desligado por muito tempo,
um final de semana por exemplo, esgotar o reservatório e
tornar a enchê-lo quando for religá-lo.
9-APLICAÇÕES:
Considerando-se
que o ar disponibilizado é:
-
100% renovado,
-
Resfriado,
-
Umidificado,
-
Filtrado e limpo (para equipamentos com mantas ou
colmeias),
-
De baixo custo de instalação,
-
De baixo custo operacional,
Temos
que o sistema evaporativo tem aplicação em quase todo tipo
de ambiente, com uma gama de utilizações muito mais
abrangente do que o ar condicionado e a ventilação
tradicionais.
Assim sendo, de pequenos a grandes espaços, de áreas pouco
povoadas a grandes adensamentos, de locais com baixa carga térmica
a grandes geradores de calor, de áreas de lazer a locais de
trabalho, todos podem se beneficiar das vantagens do
resfriamento evaporativo.
Há
ainda aqueles ambientes em que a manutenção de elevada
umidade relativa é requisito das condições do processo
industrial. Em tais ambientes, dependendo da umidade desejada,
pode ser utilizada renovação de ar total, parcial ou mesmo
nula.
Como
exemplo, citamos abaixo algumas das inúmeras aplicações
possíveis:
|
-
Academias de ginástica
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-
Fundições
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-
Aeroportos
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-
Galpões em geral
|
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-
Ambiente industriais em geral
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-
Galvanoplastia
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-
Áreas comuns de shoppings
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-
Ginásios de esportes
|
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-
Auditórios
|
-
Granjas
|
|
-
Aviários
|
-
Igrejas
|
|
-
Bancos
|
-
Incubatórios
|
|
-
Bares
|
-
Indústrias têxteis
|
|
-
Bingos
|
-
Indústrias de celulose e papel
|
|
-
Boates
|
-
Jardins de inverno
|
|
-
Boliches
|
-
Lavanderias
|
|
-
Cabines de pintura
|
-
Leilões
|
|
-
Cabines de subestações
|
-
Lojas
|
|
-
Câmaras de fermentação
|
-
Mercados e mercearias
|
|
-
Câmaras resfriadas
|
-
Oficinas
|
|
-
Casas de espetáculos
|
-
Parques temáticos
|
|
-
Cinemas
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-
Praças de alimentação
|
|
-
Cozinhas industriais
|
-
Restaurantes
|
|
-
Criatórios de animais em geral
|
-
Refeitórios industriais
|
|
-
Depósitos
|
-
Salas de controle
|
|
-
Escolas
|
-
Salas de máquinas em geral
|
|
-
Escritórios
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-
Supermercados
|
|
-
Estações de metrô
|
-
Templos
|
|
-
Estufas p/plantas, cogumelos, hortifrut, etc
|
-
Terminais ferroviários e rodov
|
|
-
Feiras e convenções
|
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10-SELECIONAMENTO:
Existem
2 métodos básicos para dimensionamento do sistema de
resfriamento evaporativo, a saber:
O
Método por Cálculo de Carga Térmica, que é mais
preciso, porém envolve levantamento mais correto das condições
do ambiente, tais como potências consumidas, transmissão de
calor por condução e radiação, número de pessoas, iluminação,
calor dissipado por máquinas, etc.
O Método das Renovações de Ar, que é mais empírico
e demanda, por sua vez, alguma experiência na avaliação das
condições.
A)
MÉTODO POR CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA
1-Calcular
a carga térmica total do ambiente a ser atendido;
2-Determinar a
temperatura de bulbo seco, a temperatura de bulbo e a umidade
relativa do local da instalação;
3-Determinar a
temperatura de saída do ar do resfriador (temperatura
resultante) conforme “Tabela de Redução de Temperatura
por meio do Sistema de Resfriamento Evaporativo” acima.
Nesta
tabela entrar com a temperatura externa (temperatura do bulbo
seco) e com a umidade relativa;
4-Determinar a
temperatura requerida do ambiente a ser atendido. Normalmente
de 3°C a 5°C acima da temperatura de saída do ar do
resfriador;
B)
MÉTODO DAS RENOVAÇÕES DE AR
1-Determinar
a temperatura de bulbo úmido do local de instalação;
2-Determinar se a carga térmica gerada internamente é normal
ou alta;
Obs.:
. Carga
térmica alta:
locais com
fornos, estufas,
máquinas de
solda, maçaricos,
fundições, caldeiras, cozinhas industriais ou grande ocupação
humana.
.
Carga térmica normal:
escritórios,
lojas com
baixa ocupação,
fábricas com
baixa geração de calor.
3-Determinar o grau de isolamento do ambiente ao calor externo
(radiação solar);
Obs.:
.
Ambiente exposto: Telhado de
zinco ou
fibrocimento; grandes
áreas envidraçadas;
telhado translúcido; paredes de alumínio ou fibrocimento.
.
Ambiente isolado: Telhado isolado termicamente;
forro falso;
paredes de
alvenaria ou
com pouca incidência de radiação solar.
4-Determinar o
número de
trocas de
ar requeridas
por hora
para o ambiente em
questão, através da tabela abaixo:
5-Determinar o volume do ambiente;
VAR
= W x L x H
VAMB
= Volume do ambiente (m³)
W
= Largura do ambiente(m)
L
= Comprimento do ambiente (m)
H
= Altura abaixo do duto de insuflamento de ar (m)
Obs.:
Os dutos devem ser instalados no máximo a m de altura, de
preferência a 3,5m.
6-Calcular
a vazão de ar requerida para o ambiente.
VAR
= VAMB .
NTROCAS
VAR
= Vazão de ar (m³/h)
VAMB
= Volume do ambiente (m³)
NTROCAS
= Número de trocas de ar (trocas/h)
Os dois métodos
acima permitem um bom estudo do sistema a ser implantado. Não
dispensam no entanto, a consulta a fornecedores qualificados
que analisem, orientem, esclareçam e assumam a
responsabilidade não só mecânica dos equipamentos, mas também
pela performance da instalação.
Antonio dos Santos
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